Escassez de drogas de intubação ameaça o setor de saúde do Brasil

O Rio de Janeiro - Os relatórios estão emergentes dos trabalhadores brasileiros de saúde forçados a intuzir pacientes sem a ajuda de sedativos, após semanas de advertências de que os hospitais e os governos estatais arriscados se arriscaram por meio de medicamentos críticos.

Um médico no Hospital Municipal de Albert Schweitzer no Rio de Janeiro disse à Associated Press que, durante dias, os profissionais de saúde diluídos sedativos para fazer seus estocos duram mais.

"Você relaxa os músculos e o procedimento facilmente, mas não temos sedação", disse o médico, que concordou em discutir a situação sensível apenas se não for citada pelo nome.

A falta de medicamentos necessários é o mais recente problema de pandemia para acontecer ao Brasil, que está experimentando um surto de Covid-19 brutal que inundou as unidades de terapia intensiva da nação.

"Kits de intubação" incluem anestésicos, sedativos e outros medicamentos usados ​​para colocar pacientes gravemente doentes em ventiladores.

O jornal O Globo na quinta-feira relatou normas semelhantes em vários outros hospitais da região Metropolitana do Rio, com pessoas desesperadamente chamando outras instalações que buscam sedativos para seus entes queridos.

Não está claro se o problema visto no Rio continua sendo um caso isolado, mas outros estão soando o alarme sobre escassez iminente.

Secretário de Sao Paulo State, Jean Carlo Gorinchteyn, disse em uma coletiva na quarta-feira que a situação era terrível nos hospitais do estado mais populoso do Brasil.

"Precisamos do apoio do governo federal", disse Gorinchteyn.

As autoridades de saúde de seu estado enviaram nove pedidos de medicação de intubação ao ministério de saúde nos últimos 40 dias, de acordo com uma declaração quarta-feira.

O ministro da Saúde Federal Marcelo Queiroga, que assumiu o post no mês passado, disse quarta-feira que era esperado uma remessa de sedativos para chegar no Brasil "nos próximos dez dias".

Ele disse que dois esforços separados para adquirir medicamentos no mercado internacional estão em andamento "para acabar com a luta do dia-a-dia".

Por muitas semanas, o ministério também está enfrentando restrições logísticas em obter oxigênio entregue aos hospitais em todo o país.

Uma variante de coronavírus mais contagiante, conhecida como p.1, tem se espalhando pelo Brasil este ano.

O setor privado se aproximou para ajudar a abordar parte do déficit de fornecimento.

Um primeiro lote de 2,3 milhões foi programado para chegar da China tarde quinta-feira no aeroporto internacional de São Paulo e seria distribuído para estados com escassez crítica, disse o ministério em uma resposta por e-mail às perguntas do AP sobre gargalos de abastecimento.

No mês passado, o Ministério da Saúde requisitou medicamentos de intubação de laboratórios, supostamente como um meio de distribuir aos hospitais necessitados.

"Se ficarmos fora, o setor da saúde estará no Chaos", disse Rogatti na TV de Notícias da Globo.

A escassez não se limita ao setor público.

As instalações privadas estão procurando importar medicamentos da Índia, mas ainda precisam de aprovação regulatória, a associação à AP.

A cidade de Itaiópolis no estado do sul de Santa Catarina esta semana relatou a escassez de sedativos e oxigênio.

"A situação está desesperada", disse Arita Bergmann, em Rio Grande do Sul, em uma declaração quinta-feira.

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